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PIB de Roraima avançou em 2020, ano de início da pandemia


Imagem de Nattanan Kanchanaprat por Pixabay


De acordo com dados divulgados esta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o PIB (Produto Interno Bruto) de Roraima atingiu o valor de R$ 16 bilhões em 2020 e variação em volume de 0,1% em relação a 2019. Depois de Mato Grosso do Sul (com 0,2%), o Estado teve a segunda maior variação em volume entre as 27 unidades da Federação.

O PIB caiu em 24 das 27 unidades da federação em 2020, o ano inicial da pandemia de covid-19. Mato Grosso foi o único a mostrar estabilidade 0% no índice.

O setor agropecuário de Roraima apresentou o maior crescimento em volume entre três grupos de atividades econômicas locais, com elevação de 11,0%, aumentando sua participação na economia do Estado, que era de 5,5% em 2019, para 6,9% em 2020.


Outro ponto que teve crescimento econômico em Roraima foi o comércio. Isso por ser observado nas atividades de serviços, como comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, que cresceu 3,2% devido ao aumento do consumo vinculado à distribuição do auxílio emergencial, atividades profissionais, científicas e técnicas, administrativas e serviços complementares, com variação de 8,6%.


“O setor industrial teve dois grandes pesos positivos em Roraima no período observado de 2020. Primeiro na parte de construção e nos serviços industriais e depois os serviços industriais de utilidade pública, que são aqueles relativos à fornecimento de água, de energia e coleta de lixo”, detalhou Martinez.


Outro destaque positivo é a redução da participação da administração pública na economia do estado de Roraima. Os dados de 2020 mostram que a administração pública continua sendo a principal atividade econômica. Contudo, entre os três grupos, a de serviços foi a única que não registrou crescimento em volume (variação de -0,3%), devido à administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social, atividade de maior peso na economia do estado, que no período atingiu a menor participação desde o início da série, em 2002: 45,0% (em 2019, era 47,7%).

“Isso mostra que, cada vez mais, o setor privado está aumentando a participação na economia local, crescendo mais do que os setores da administração pública”, completou o secretário-adjunto da Seplan.



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